Jump to content
Search In
  • More options...
Find results that contain...
Find results in...

Search the Community

Showing results for tags 'uma'.



More search options

  • Search By Tags

    Type tags separated by commas.
  • Search By Author

Content Type


Forums

  • Haze
    • Announcements & Updates
    • Official Files
    • User Central
  • Web development
    • CMS & Scripts
    • Codes
    • Tutoriais
    • Work in Progress
    • Support
    • Others
  • Games Development
    • Browser Games
    • Minecraft
    • Unreal Engine
    • Unity 3D
    • Cry Engine
    • JavaScript (HTML5)
    • Publish your Project
    • Support
    • Outros
  • Desktop Development
    • Codes
    • Tutoriais
    • Work in Progress
    • Outros
  • Graphic Design
    • Tutorials
    • Resources
    • Gallery
    • Support
  • O mundo fora...
    • Sales & Purchases
    • Mídia
    • Debates
    • Taverna

Product Groups

  • Account Modifications
  • Licenses

Categories

  • Officials
  • CMS & Layouts
    • Wordpress
    • HTML/CSS
    • PHP Script
    • Outros
  • Jogos
    • Habbo Hotel
    • Minecraft
    • Engines
  • Desktop
    • C#
    • Node
  • Design
    • Editáveis
    • Recursos de Imagens
    • Others

Categories

  • games
  • TV Shows
  • Technology
  • Cinema

Find results in...

Find results that contain...


Date Created

  • Start

    End


Last Updated

  • Start

    End


Filter by number of...

Joined

  • Start

    End


Group


E-mail


Facebook


Twitter


Skype


Discord


WhatsApp


Behance


DeviantArt


GitHub


Codepen


Outro

Found 14 results

  1. Bommmmm... Queria deixar a parte de episódios que nem esse da segunda img e queria ocultar aquele "contêiner" marcado em vermelho. Alguém poderia me ajudar ou falar de onde eu posso mexer ou como eu devo pesqusiar? (já olhei em todo canto e não acho)
  2. Color Tool - Uma ferramenta incrível! Sempre quis ver se aquelas cores da sua paleta realmente combinam? E sempre quis ver as variações nas versões Dark e Light? Com a ferramenta Color Tool isso é possível! Uma ferramenta online e gratuita onde o usuário pode conferir as tonalidades de devida cor, e se há harmonia entre a cor primária e secundária. Possuí então uma interface bem simples, onde selecionando "Primary" e escolhendo a cor no quadro acima, ou indo até "Custom" o usuário pode combinar cores e suas variações, por exemplo: Ah e caso trabalhe com cores em Hex, fica tranquilo! Na imagem acima, existe a possibilidade de inserir seu código. Como podemos ver, a possibilidade das variações auxilia bastante, além isso, a ferramenta pode ajuda-lo a entender como isso ficaria no seu projeto! Lembrando mais uma vez que é uma ferramenta totalmente GRATUITA, e pode conferi-la acessando aqui: Ah e se gostou o conteúdo, não esquece de comentar e compartilhar com seus amigos! [Hidden Content]
  3. Wopop A alguns dias atrás, eu estava navegando por aqui, até que eu encontrei um script de rede social, eu baixei para testar, gostei. Decidi começar a editar e "criar" uma rede social, foi ai que surgiu o projeto do Wopop. Ainda tem muita coisa para arrumar e editar, mas com foco a gente consegue chegar próximo a perfeição...
  4. Version 1.0.1

    23 downloads

    Olá, usuário. Hoje trago para vocês o antigo layout do Spotify, eu adicionei uma animação e usei textos do atual site e do antigo site. Obs: Este 'projeto' foi feito em um curso que estou fazendo e adicionei mais algumas coisas.

    Free

  5. Olá, usuário. Hoje trago para vocês o antigo layout do Spotify, eu adicionei uma animação e usei textos do atual site e do antigo site. Obs: Este 'projeto' foi feito em um curso que estou fazendo e adicionei mais algumas coisas. DEMOnstração: DEMOnstração 2: *Comente para visualizar* [Hidden Content] Download: *Comente para visualizar* [Hidden Content] Scan: MEGA já faz Fique à vontade para fazer a modificação que você quiser. Apenas deixe os créditos.
  6. Entre a bordo da Millennium Falcon e parta para uma galáxia distante, em “Han Solo: Uma História de Star Wars”, uma nova aventura com o vigarista mais popular da galáxia. Depois de uma série de aventuras perigosas no submundo do crime, Han Solo faz amizade com o co-piloto Chewbacca e conhece o jogador com má reputação Lando Calrissian, numa jornada que irá definir o caminho de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars. O post Han Solo: Uma História de Star Wars apareceu primeiro em Vizion. Assistir o filme
  7. Pastor Dave (David A.R. White) é responsável por uma igreja e precisa lidar com o facto de que o local foi construído no mesmo terreno em que uma universidade foi incendiada, uma tragédia inimaginável. O post Deus Não Está Morto: Uma Luz na Escuridão apareceu primeiro em Vizion. Assistir o filme
  8. HZ Bot

    [ASSISTA]

    Uma vez por ano, as leis do governo norte-americano são suspensas por um período de 12 horas. Esse é o tempo suficiente para que tudo possa acontecer. O post Uma Noite de Crime apareceu primeiro em Vizion. Assistir ->
  9. Olá amigos do Hazer eu criei um site novo e cadastrei ele pra colocar conta do Google AdSense para ter anuncio no site novo .... mais o Google AdSense acusou conta minha e pedio para desvincular a conta e apagar a conta antiga mais eu tenho muitos dados nela oque eu faço .. devo APAGAR A CONTA OU NÃO AI TEM OUTRA FORMAR DE CONSEGUI A CONTA DO Google AdSense SEM TER QUE excluír minha conta
  10. Bom recentemente baixei o pack do "Thiago" emulador Otanix que preciso de uma swf compatível pois ás que ele deixou no pack não está funcionando, alguém tem download de alguma?
  11. Javascript: Uma introdução rápida ao mundo JS O Javascript cresceu exponencialmente nos últimos anos e já possui um grande ecossistema com frameworks para o Front-end, Back-end, Mobile e Desktop. Se manter atualizado pode ser um grande desafio (dada a quantidade de opções) por isto nesse post nós criamos um resumo sobre as principais ferramentas do mundo JS que você precisa conhecer, bora? Introdução ao JS O que é o Javascript? O Javascript é uma linguagem interpretada construída por Brendan Eich, que na época trabalhava na empresa Netscape, e teve seu primeiro lançamento na versão beta do navegador Netscape 2.0 em 1995. O JS foi batizado inicialmente como Livescript e teve seu nome alterado justamente devido ao lançamento recente da linguagem de programação Java. E o ECMAScript, qual a diferença pro JS? Na verdade nenhuma, o que acontece é que antes que o javascript se tornasse popular, os criadores se associaram ao ECMA (European Computer Manufactures Association) para que a linguagem pudesse obedecer a padrões e como o nome Javascript já estava patenteado, um novo nome foi criado, o ECMAScript. E desde então, a linguagem vem ganhando novas versões e atualizações, tanto que no ano de 2016, chegamos à versão 7. Os gerenciadores de Pacote Antes de falarmos do enorme leque de possibilidades que o javascript tem, vamos abordar as ferramentas que podemos utilizar para instalar estes recursos. Hoje no mundo JS existem dois grande gerenciadores de pacote: o NPM e o Yarn, e eles estão numa disputa bem interessante. NPM NPM (Node Package Manager) é o gerenciador de pacotes padrão do NodeJS e também é um repositório online de pacotes Javascript (o maior). Porém o NPM enfrenta hoje um problema de performance muito grande quando tentamos utilizá-lo para instalar alguma ferramenta javascript (principalmente se o seu projeto tem muitas dependências). YARN O Yarn é um gerenciador de pacotes que surgiu a pouco tempo, sendo criado em 2016 pelo Facebook em parceria com outras grandes, dentre elas a Google. Ele veio suprir o que falta de performance no NPM. Além disso, o Yarn também consegue ler outros repositórios além do NPM, como o Bower, que é um outro gerenciador de pacotes e repositório de códigos JS menos utilizado. Hoje, ferramentas como o Angular utilizam como base de dependências de pacotes o NPM, mas abrem a possibilidade de alterar para o Yarn. JS no Front-end Nesta sessão vamos abordar os principais frameworks das dezenas que o JS possui para front-end e nesta lista estão o Jquery, EmberJS, Angular, React, Vue e Stimulus. Então bora entender um pouco de cada um deles. jQuery Criado em 2006, o jQuery é uma biblioteca voltada para manipulação do DOM do Browser. Ele foi um dos pioneiros para isso e foi bastante utilizado, sendo base inclusive de outras ferramentas como Underscore.js. Ele visa facilitar a nossa vida quando o assunto é selecionar e lidar com elementos da página, seja fazendo uma animação, inserção de texto ou até mesmo adicionando ou removendo elementos e vai até um pouco além disso, auxiliando também em requisições Ajax. Veja por exemplo, como se torna simples adicionar o texto “Hello World” numa div com ID some-div. Com o Javascript puro: document.getElementById("some-div").innerHTML = "Hello World" Com o Jquery $("#some-div").html("Hello World"); EmberJS O Ember teve seu primeiro release em 2011. Teve sua versão 3.0 lançada recentemente, dia 12 de Fevereiro de 2018 e já tem a 3.1 na primeira versão beta. A galera não veio para brincadeira. É um framework que segue o padrão MVVM (Model-View-ViewModel), um padrão de projeto (design pattern) que configura uma tela de interação com o usuário (View), um modelo para lidar com os dados (Model) e um camada entre as duas que fornece os dados para view vindo do model (ViewModel). A comunicação entre a ViewModel e a View é feita por meio de data binding, onde a ViewModel possui variáveis que são associadas com a View e toda vez que ocorre uma mudança de valor, a View é notificada para atualizar os dados. Este é um padrão que permite aos desenvolvedores criarem SPAs (Single Page Applications) facilmente. E para quem ouviu pouco ou nunca ouviu falar do Ember, ele possui patrocinadores como LinkedIn e Discourse e é utilizado por empresas como Microsoft, Netflix e Heroku. Olhando os docs, para quem tem afinidade com Rails se sente em casa, ele possui conceitos bem parecidos como controllers, rotas, models e components e ainda possui generators pra isso tudo. No EmberJS, podemos executar comandos como: 1- Gerar Controller ember generate controller new-controller 2- Gerar models ember generate model my-model 3- Gerar components ember generate component my-component Angular Esse framework nasceu dentro da Google e atualmente tem divido bastante os corações. Também usa o padrão MVVM e é utilizado para construção de SPAs. Na primeira versão do framework, conhecida como AngularJS, utilizávamos JS puro para desenvolver e era bastante verboso. A partir da versão 2 ele passou a utilizar TypeScript, uma linguagem derivada do JS e passou a se chamar apenas Angular. E a retrocompatibilidade? Bem, da versão 1 para a 2, não existe. Atualmente se encontra na versão 5 e já amadureceu bastante. Hoje o Angular já é uma ferramenta mais ampla e adota facilidades como uma CLI e generators, além disso possui muitos eventos ao redor do mundo e uma ótima documentação. React Atualmente na versão 16, o React é uma biblioteca criada dentro do Facebook e ainda mantida por ele até hoje. Ela segue o mesmo princípio de componentização presente no Angular e no Ember, porém de maneira mais enxuta. Diferente dos dois frameworks MVVM anteriores (Angular e Ember), o React não vem com todas as ferramentas necessárias instaladas para criar um SPA por exemplo. De início, ele só vem com a biblioteca padrão para componentizar os elementos da página e devemos instalar bibliotecas externas para inserir rotas, chamadas assíncronas e etc. Até mesmo os comandos de geração (para gerar um projeto com as dependências instaladas por exemplo) que hoje são comuns em outros frameworks, não existe por padrão no React, mas você pode utilizar algumas ferramentas como o create-react-app e o React Boilerplate para ter essas facilidades. O React não utiliza arquivos HTML para fazer as componentizações. No lugar, ele utiliza um conceito chamado JSX, que é basicamente embuir tags HTML num arquivo JS. Um exemplo de JSX: class HelloMessage extends React.Component { render() { return ( Hello {this.props.name} ); } } Vue.js Vue.js é um framework relativamente novo, atualmente na versão 2 e como a própria documentação diz, é focado na view da aplicação. Diferente de outros frameworks, o Vue.js é um framework que parece enxugar bastante o excesso de código necessário para data binding e componentização. Apesar de ser focado apenas na view e não utilizar o MVVM, o Vue.js possui mapeamento de atributos bem parecidos com o AngularJS (a versão 1). Nos docs, vemos que é o Vue.js é um framework progressivo, que te dá a liberdade de utilizá-lo apenas em algumas partes do código ou nele como um todo. O Vue.js possui consigo uma CLI e dois plugins oficiais que podem opcionalmente serem importados na ferramenta que são o Vuex e o VueRouter, que te ajudam a construir aplicações que contenham lógicas mais robustas como SPAs, por exemplo. Stimulus De todas as ferramentas que falamos aqui, o Stimulus é o mais recente e creio que o com menores ambições. Ainda na primeira versão, sendo a 1.0.1 lançada em Fevereiro de 2018, ele não visa nada mais que ser apenas uma pequena ponte entre o HTML e o JS. Possui uma documentação bem simples e curta e é muito fácil de compreender. No geral, ele fica aguardando encontrar um atributo data-controller no código e associa com o arquivo JS que possui o mesmo nome neste atributo. Por exemplo, se houver um data-controller=’myjs’ ele vai detectar e procurar pelo arquivo myjs_controller.js e mapear todos elementos internos para este controller. Esse mapeamento lembra bem a Convenção sobre Configuração do Rails. E não é pra menos, já que o Stimulus foi criado e está sendo mantido pela Basecamp (mesmos criadores do Rails). JS no Back-end Nesta parte vamos falar um pouco de como o JS entrou também no mundo back-end através do Node e do framework Express. NodeJS Depois de muito tempo operando apenas um aplicações front-end, alguém teve a ideia de levar o javascript também para o backend. Foi então que Ryan Dahl, em 2009, criou o NodeJS, um interpretador de códigos JS que funciona do lado do servidor. O NodeJS é uma runtime que utiliza a V8 Javascript Engine, uma máquina virtual desenvolvida em C# pela Google e que é utilizado no Chrome para acelerar a execução do código JS. Foi uma ideia que deu muito certo. Atualmente o Node já se encontra na versão 9.11, uma comunidade altamente engajada e grandes patrocinadores como Google, IBM e Microsoft. Express Como diz no próprio site, o Express é uma framework minimalista para o NodeJS. Minimalista pelo fato de não ter um alto acoplamento de recursos necessários para sua utilização. Se quisermos utilizar como uma API é fácil disponibilizar uma sem muitos arquivos e configurações. Ele possui uma CLI que precisa ser instalada a parte, mas não tem muitos recursos alternativos para auxiliar na construção de grandes aplicações. O framework é minimalista ao ponto de não vir com mapeamento de objeto relacional (ORM) e deixa este como opção para plugins de terceiros. JS no Mobile Nesta parte de mobile vamos falar sobre dois frameworks mobile, o Ionic e o React Native, que utilizam como base dois outros frameworks que já vamos ver. Ionic O Ionic é um framework para construção de aplicativos mobile híbridos (e também PWA’s) que foi criado em 2012 e vem evoluindo desde então. Ele tem como base o Framework Web Angular (então se você sabe Angular, vai ser fácil usar o Ionic) e utiliza o Apache Cordova para acessar os dispositivos do Mobile (câmera, microfone e etc). Diferente dos APPs criados com o React Native, Swift ou Kotlin os APPs gerados com o Ionic não são nativos, ou seja, eles rodam dentro de uma webview (um browser especial do mobile sem barra de navegação e etc). React Native O ReactNative é um framework javascript mobile que foi construído com base no React e tem sido adotado por muitos desenvolvedores e empresas. A parte importante do React Native que o torna tão interessante é que ele não emula um aplicativo mobile, ele é um APP com elementos nativos. Ou seja, em vez de utilizar uma webview como Ionic, o React Native utiliza os elementos nativos do dispositivo. O React Native possui ainda duas coisas realmente interessantes, a primeira delas é uma ferramenta chamada Hot Reloading, que ao contrário de algumas tecnologias que recompilam todo o app quando uma atualização é feita ele recompila apenas o arquivo que está sendo alterado e exibe, o que demora, de acordo com o site do próprio React Native menos de 1 segundo e a segunda é que durante o desenvolvimento, é possível adicionar código nativo do SO no código do React Native. JS no Desktop Aqui vamos falar sobre uma ferramenta incrível que foi desenvolvida como JS para construção de aplicações desktop, o Electron. Electron O Electron é uma ferramenta relativamente nova. Nasceu em 2013 como base de um editor de texto open source criado pelo Github e posteriormente foi desacoplado para uma ferramenta de desenvolvimento desktop. Ele utiliza arquivos HTML, CSS e JS para renderizar um aplicativo desktop exatamente como uma página web. Para fazer isso, o Electron utiliza o Chrome de um jeito minimalista, somente com o básico para ser capaz de renderizar, e sem o sandbox model, um recurso que impede que as páginas web acessem a API do SO por motivos de segurança, ou seja, podemos aproveitar todos os recursos de desenvolvimento de um aplicativo web e ainda acessar recursos do Sistema Operacional quando necessário. Um grande número de ferramentas estão sendo criadas com ele (Atom, VsCode, Postman, Typora e etc) principalmente porque ele é multiplataforma, ou seja, com o mesmo código você gera um APP para MAC, Windows e Linux. Pra quem tem dúvida sobre a utilização, vale ler a documentação e ver a imensa gama de ferramentas que já foram construídas com o Electron aqui. Conclusão Sem dúvidas o Javascript é uma linguagem que está passando por uma evolução muito grande, neste post fizemos um apanhado das ferramentas que tem se destacado neste mundo e que vale a pena você conhecer (se achar que falou algo comenta aí em baixo). Mas claro que com essa grande movimentação e criação de frameworks e ferramentas, também vem o problema do “Hype“, onde os desenvolvedores ficam se perguntando: devo usar? vai vingar? por que usar? Essas são perguntas que têm preocupado muitos desenvolvedores que estão começando na linguagem e até mesmo os mais experientes, então se você está começando um novo projeto tente buscar as bibliotecas mais maduras e com bons exemplos de APPs em produção (para evitar entrar em um projeto que será posteriormente abandonado). Fonte: OneBitCode
  12. Gabriel Telles

    Não Isto é uma dúvida e um erro comum. O HTML é uma abreviação para Hyper Text Markup Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto, então o próprio nome já entrega que ele não é uma linguagem de programação, pois é uma linguagem de marcação. Ela não é linguagem de programação porque não é Turing complete. Ou seja, ela precisaria ter algumas características específicas para poder "programar um dispositivo". Você não pode executar o HTML, por isto é que precisa do JavaScript para fazer algumas coisas, esta sim uma linguagem de programação. HTML está longe de ter a completude de Turing. Ela precisaria ter todas estas capacidades: fazer cálculos; mudar informações contidas em algum tipo de memória; tomar decisões; mudar o fluxo de execução. Isso foi para esclarecer algumas dúvidas de pessoas que não sabem, se eu tiver errado pode me corrigir.
  13. Wiz-Khalifa

    O que são as classes? Olhando pelo ponto de vista procedural (não orientado a objetos), uma classe pode ser considerada um contêiner com várias funções (relembre um pouco sobre funções aqui) agrupadas, funções estas que geralmente estão agrupadas de acordo com suas tarefas. Do ponto de vista da Orientação a Objetos, segundo a wikipedia, podemos dizer que uma classe é uma estrutura que abstrai um conjunto de objetos que tenham características similares, utilizamos também as classes para representar uma entidade do mundo real no ambiente computacional, abaixo vemos dois exemplos de classes: <?php /** * Classe representando uma entidade do mundo físico **/ class Funcionario { $nome; $telefone; } /** * Classe representando um conjunto de objetos de características similares */ class DAO { $conexao; public function conecta() { // Conecta ao banco de dados } public function lista() { // Retorna uma listagem do banco de dados } } OK! Falando da parte não orientada à objetos, podemos dizer que as classes são um agrupamento de funções que trabalham com tarefas similares, assim como declaramos funções para tarefas específicas sem as classes, com elas também podemos fazê-las de forma que funções com características similares fiquem agrupadas sob um contêiner (classe). Agora partindo para o lado da orientação à objetos, onde teremos um enfoque maior a partir deste post, a classe abstrai, ou seja, representa de forma computacional, determinado item do mundo real que precisa ser representado em nosso sistema, o exemplo acima mostra uma classe chamada “Funcionário”, nela teríamos características e ações de um funcionário que sejam pertinentes a nosso sistema. Atributos – Características Uma classe pode ou não possuir Atributos, que representam as características do objeto que está sendo abstraído por ela, por exemplo: <?php class Carro { $modelo; $marca; $lugares; $portas; } No exemplo acima vemos que uma classe que representa um carro, pode ter as seguintes características (atributos), o modelo do carro (Gol, Polo, HB20, Fusca, Gallardo etc), a marca (Volkswagen, Hyundai, Lamboghini), quantidade de lugares e quantidade de portas. Podemos observar que a declaração de um atributo é semelhante a de uma variável, e seus tipos de dados também segue o mesmo princípio. Métodos = Ações Além dos atributos, toda classe também, provavelmente, terá métodos, o qual podemos dizer que são as ações que este objeto pode executar. Ainda usando como exemplo o carro, vejamos: <?php class Carro { $modelo; $marca; $lugares; $portas; function acelerar(){ // Código que faria o carro acelerar } function abrirPorta($porta){ // Código que faria o carro abrir a porta } } No exemplo acima temos dois métodos, ou seja, nosso carro é capaz de realizar duas ações, abrir uma determinada porta (que será informada como parâmetro ) ou acelerar. É possível observar que, assim como nos atributos, a declaração dos métodos é semelhante a declaração de uma função convencional. Assinatura de Métodos Cada método possui uma assinatura, que é, trocando em miúdos, uma espécie de formato que deve ser obedecido ao ser chamado. Podemos notar que o método abrirPorta recebe o número da porta que ele abrirá, esta informação é obrigatória para que ele trabalhe, caso contrário ele não saberá qual porta abrir. Podemos ver também que o método acelerar não recebe parâmetros. Há também a possibilidade de informarmos na assinatura do método qual o tipo do parâmetro que aquele método espera receber, vejamos um outro exemplo: <?php class Boletim { $aluno; $notas = array(); function setAluno($aluno){ $this->aluno = $aluno; } function addNota($nota){ $this->notas[] = $nota; } } No código acima podemos notar que ambos os métodos da classe Boletim recebem um parâmetro, porém analisando mais a fundo, o que aconteceria se o método setAluno recebesse como valor “-1”? Nosso boletim receberia uma informação inconsistente, correto? Isso geraria um bug, ou na pior das hipóteses uma parada do sistema. Mas, e esses $this??? Por enquanto não nos preocupemos com ele! Voltando ao exemplo, suponhamos que exista uma outra classe aluno, e que o atributo aluno do boletim deva receber uma instância desta classe. Faria sentido termos algo assim: ... function setAluno(Aluno $aluno){ $this->aluno = $aluno; } ... O que nós estamos falando para o interpretador do PHP no trecho acima é que ele só deve aceitar a chamada deste método, caso ele receba uma instância da classe Aluno, isso evita que nossa classe receba um valor que não saiba como tratar. E caso seja chamada com outro tipo de dados, que não uma instância, será gerada uma exceção, que pode ser tratada mais facilmente. Atenção: Esta é uma forma de se fazer isso, porém não recomendada, pois aumenta o acoplamento, iremos falar mais a respeito disso posteriormente. Instância No último parágrafo do exemplo anterior vimos esta palavra, uma instância nada mais é do que uma cópia da classe em memória com o seu estado definido. Quando falamos do estado de uma classe, falamos na realidade do valor que cada atributo da classe tem armazenado no momento. Por exemplo: Boletim -> aluno = “João” Boletim ->notas = array(5,7,3,5); Este exemplo acima seria um estado da classe. Boletim -> aluno = “Ana” Boletim ->notas = array(2,3,9); Já este exemplo seria outro estado. Cada um destes estados estaria em uma instância diferente da classe, que está alocada em um espaço diferente da memória. Para criarmos uma instância de um classe qualquer associamos ela a uma variável utilizando a palavra reservada new, da seguinte forma: <?php $boletimAna = new Boletim(); $boletimAna->setAluno('Ana'); $boletimAna->notas = array(3,4,9); ?> Na primeira linha temos a instanciação da classe, que, basicamente, é quando criamos uma cópia dela e a alocamos na memória. Nas linhas que seguem, mudamos o estado desta classe de duas formas, a primeira chamando o método setAluno e a segunda associando as notas diretamente ao atributo (o que também não é recomendável, e falaremos mais a respeito no próximo post). A palavra reservada $this Aqui voltamos a falar de algo que vimos dentro dos métodos addNota e setAluno, o $this->. Esta palavra é, na realidade, uma pseudo-variável reservada $this, se refere a instância atual da classe, ou seja, ele altera ou acessa o estado da cópia atual da classe. O Operador -> Este operador acessa determinada variável ou método de uma instância de classe, no último exemplo é possível notar que a variável $boletimAna usa o operador -> para chamar o método setAluno e também para acessar o atributo notas de nossa instância. Construtor Na maioria das vezes precisamos que uma instância de classe já seja criada com seu estado definido, seja para pré configurar algum atributo internamente, seja para ler estas informações de algum lugar. Nestes casos a classe deve ter um construtor, que, como o nome sugere, constrói a classe já com um estado pronto para uso. A bem da verdade, toda classe possui um construtor implícito que a inicializa da forma mais básica o possível. O construtor é declarado como um outro método qualquer, porém utilizando-se da palavra reservada __construct, o exemplo abaixo ilustra isso: <?php class Boletim { $aluno; $notas = array(); function __construct(Aluno $aluno, $notas = null){ $this->aluno = $aluno; $this->notas = $notas; } function setAluno($aluno){ $this->aluno = $aluno; } function addNota($nota){ $this->notas[] = $nota; } } Observando o exemplo, vemos o construtor recebendo o aluno e as notas e já os atribuindo ao estado da instância, este método é chamado automaticamente ao chamarmos a palavra reservada new, sendo assim nosso exemplo de criação de instância ficaria assim:[ <?php $boletimAna = new Boletim('Ana', array(3,4,9)); Além disso notamos em nosso construtor algo novo na assinatura, $notas = null, isso quer dizer que este parâmetro é opcional, ou seja, quando instanciarmos a classe, caso ele não seja informado, receberá o valor null, assim garantimos que nenhum dos parâmetros fique sem uma definição de valores. Uma das diretrizes da PSR define como boa prática que todos os parâmetros opcionais sejam colocados por último na assinatura do método, ou seja, é bom evitarmos escrever um método da seguinte forma: // Nao Recomendado <?php function fazAlgumaCoisa($param1 = true, $param2){ ... } Bom… Em se tratando de classes o assunto se torna um pouco extenso, sendo assim vamos digerir um pouco melhor o conteúdo deste post, e no próximo veremos mais alguns conceitos, já pensando na orientação a objetos. Em caso de dúvidas referentes ao assunto desta postagem, deixe nos comentários, e se o conteúdo foi útil de alguma forma, compartilhe com os amigos, pode ser útil para algum deles também Fonte : EximiaWeb.
  14. Sobre o RageMP O RAGE Multiplayer é uma iniciativa criada por uma equipe experiente para proporcionar uma experiência multijogador alternativa, agradável e estável para Grand Theft Auto V. Iniciado em maio de 2016, o RAGE continua sendo um projeto muito delicado, com grande potencial percebido por muitos. Capacidades O RAGE Multiplayer fornece facilmente um cliente para jogar e gerenciar jogos multijogador. Também ajuda a tirar maior proveito da sua experiência de jogo em GTA V com uma taxa de FPS mais suave do que no modo singleplayer e uma sincronização precisa durante o jogo. Scripting O RAGE Multiplayer fornece uma API poderosa para o desenvolvedor construir seu poderoso servidor sem limitações, apenas você decide o limite. Ele também suporta uma linguagem poderosa que pode ser usada para fazer qualquer coisa que seja impossível. RAGE:MP usa NODEJS Server-side e Javascript Client-side. Também, o RAGE:MP é alimentado por CEF (Chromium Embedded Framework), que você pode usar para criar interfaces de usuário (IU) com HTML, CSS, JS e WebGL! Isso não é incrível? Além disso, após a mesclagem entre GTA:Network e RAGE:MP, ambos trabalharam juntos para criar a ponte que permitirá a importação de seus scripts do GTA Network para o RAGE:MP facilmente, e também scripts com C#. RAGE:MP também lançou um C++ SDK público que permite que você crie wrappers/plugins para os outros idiomas! Acesse o site oficial: https://rage.mp/
×